
"Busco potência poética através de gestos simples. Entendo a marca não como domínio, mas como vestígio de uma relação, tanto de humanos quanto de não humanos, refletindo sobre futuro, memória e imaginando modos menos antropocêntricos de habitar o planeta."
"Minha pesquisa parte da fisicalidade dos materiais e das histórias inscritas neles. Entre escultura, desenho, monotipia, instalação e registros de ações, percebo os elementos como parte de um organismo planetário, atravessados por tempo e sucessivos processos de transformação."
"Me interesso pelos vestígios produzidos no encontro entre corpos, ferramentas e matérias: pressão, corte, queima, erosão, deslocamento. Meu vocabulário se reorganiza a partir dos territórios que atravesso: nos centros urbanos, aparecem metal, madeira, entulho, carvão; longe deles em residências, surgem espinhos, barro, quartzos, pedras de rio."





